A calculadora responde “se”, não “vai”
Uma simulação mostra o que aconteceria se os aportes, o prazo e as taxas informadas fossem cumpridos. Ela não sabe qual será o retorno de um investimento nem qual será a inflação futura.
O valor inicial, os aportes e o prazo vêm do seu plano. As taxas são hipóteses explícitas. Testar mais de um cenário revela quais decisões dependem de uma previsão otimista demais.
Leia quatro resultados separados
Total aportado é o dinheiro colocado por você. Crescimento calculado é a diferença produzida pela hipótese de retorno. Saldo nominal é a soma dos dois. Poder de compra estimado desconta a inflação informada.
Se houver uma meta, a distância entre o saldo e o objetivo orienta ajustes possíveis: aumentar aporte, alongar prazo, reduzir valor ou rever o plano. Assumir mais risco não é a única resposta.
O modelo é deliberadamente simples
O planejador usa capitalização mensal equivalente à taxa anual informada e considera aportes ao fim de cada mês. Ele não escolhe produtos, não consulta taxas de mercado e não calcula impostos, custos, volatilidade ou risco de crédito.
A utilidade está em tornar as premissas visíveis. Antes de executar uma decisão, compare o cenário com as regras e custos reais do investimento.